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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Inclua em sua alimentação sumo de abóbora e baixe o teu colesterol.

A abóbora baixa o colesterol?

A abóbora baixa o colesterol?



Mito ou verdade?

Uma informação que anda a circular por e-mail revela que a abóbora faz descer o nível de colesterol no sangue. A ideia está, em parte, correcta.

O mito
Um indivíduo com níveis altíssimos de colesterol conseguiu normalizar estes valores, em apenas um mês, graças a um tratamento recomendado por um médico amigo.
Esse tratamento consistia na ingestão de sumo de abóbora crua (100 gramas de abóbora e água), todos os dias antes do pequeno-almoço, durante 4 semanas. O paciente, engenheiro químico, concluiu que a abóbora contém um solvente do colesterol de baixo peso molecular (LDL), o mais nocivo e perigoso.

A verdade
«A abóbora é um fruto que possui poucas calorias, de fácil digestão e naturalmente rica em manganésio, vitaminas A e C, fibras, potássio, ácido fólico, cobre, riboflavina e fósforo. Apesar da investigação dos fitonutrientes da abóbora ainda não ser tão aprofundada como a de outros alimentos, alguns estudos já mostraram que o seu teor em vitamina C e 
ß-caroteno poderá ser benéfico na prevenção da oxidação do colesterol», explica Lôbo do Vale, médico de clínica geral.
«Sendo o colesterol na forma oxidada o que se acumula nas paredes dos vasos sanguíneos, estes nutrientes poderão ter uma ação útil na redução da evolução aterosclerose. A acrescentar a este facto, o alto teor em fibras da abóbora também tem demonstrado contribuir para a diminuição dos níveis de colesterol, o que ajuda a diminuir o risco de aterosclerose, diabetes e doença cardíaca», acrescenta o especialista
Na perspectiva de Lôbo do Vale, «a ideia de que a abóbora tem um ingrediente solvente do mau colesterol (LDL) não estará correta se a encararmos como uma alternativa à medicamentação e agente para rápida redução dos níveis de colesterol. No entanto, a sua composição hipocalórica, rica em fibras e agentes antioxidantes contribui certamente para a redução do mau colesterol numa dieta equilibrada e/ou adequada para este fim»
http://saude.sapo.pt/peso-nutricao/nutricao/artigos-gerais/ayaboboraybaixayoycolesteroly-y.html
As sugestões de tratamentos publicadas neste blog, são com o intuito de levar ao´público de um modo em geral o conhecimentos de recursos a serem incluídos aos tratamentos tradicionais. Não temos a pretensão de que os leitores se automediquem, mas sim que se procure profissionais gabaritados na área da saúde. OBS: Evite a prática da automedicação. Maria Lopes de Andrade.Homeopata e Acupunturista. Email:marialopesdeandrade.lopes034@gmail.com

quinta-feira, 29 de março de 2012

A ciência sem religião é manca




"A ciência sem religião é manca, a religião sem a ciência é cega".(Einstein)


"A vida não consiste em ter boas cartas na mão e sim em jogar bem as que se tem." (Josh Billings)

Fazer um novo fim é perdoar sem rancor; é comover-se perante a dureza da vida; é indignar-se quando necessário; é enxergar a beleza das cores, quando só a escuridão se faz presente; é conseguir elevar-se através de uma música ou um poema; e compreender que amar sempre vale a pena; lembrando que todos nós um dia, em outras vidas, fomos homens e mulheres, negros, brancos, amarelos e vermelhos, altos e baixos, gordos e magros, fracos e fortes, ricos e pobres, perfeitos e imperfeitos...enfim é finalmente aceitar que somos fruto de nossas escolhas e se estamos encarnados neste planeta azul, tão machucado, é porque somos todos devedores tentando evoluir.


Nós não somos seres humanos tendo uma experiência espiritual. Somos seres espirituais tendo uma experiência humana"
(Teillard de Chardin)

domingo, 25 de março de 2012

Portugal tem maior prevalência de doenças mentais e depressões graves


Portugal tem maior prevalência de doenças mentais e depressões graves do que os países vizinhos latinos, de acordo com os dados preliminares do primeiro estudo internacional sobre o tema.

Segundo o psiquiatra Álvaro de Carvalho, que lidera o plano de prevenção de depressões e suicídios, integrado no Plano Nacional de Saúde Mental, o estudo mostra que Portugal é um dos países com maior número de depressões.

"Enquanto a Espanha e a França têm índices de prevalência de doença mental entre os 8 e os 9,2 por cento, nós temos cerca de 23 por cento", afirmou, acrescentando que "a prevalência de depressões em termos internacionais ronda os 4 por cento, mas em Portugal chega aos 7 por cento".

Para Álvaro de Carvalho, "isto mostra que existe um problema sério de depressão, que tem que ser estudado, até para se perceber como é que os índices são tão altos quando a toma de antidepressivos é tão elevada".

Por outro lado, adiantou o responsável, "a evidência científica aponta para uma tendência que não pode deixar de chamar a atenção da sociedade em geral e dos políticos em particular: dados internacionais mostram existir uma correlação directa entre o aumento da prevalência de doenças mentais e o grau de desigualdades em termos sociais".

De acordo com o coordenador deste plano nacional, Portugal tem um nível alto de desigualdades sociais, a par de países como os Estados Unidos ou a Nova Zelândia.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/portugal-tem-maior-prevalencia-de-doencas-mentais

OBS: Texto extraído da internet.

Pipoca



Pipoca tem substância que combate o envelhecimento, afirma estudo
Lanche é rico em polifenois, substância que combate o envelhecimento.
Petisco só se torna saudável se for feito com pouco óleo, sal e manteiga.

Camila Neumam
Do G1, em São Paulo

Trocar uma fruta por uma porção de pipoca na hora do lanche pode ser uma opção não só saborosa, mas também mais saudável -- pelo menos é o que diz uma pesquisa da Universidade de Scranton, na Pensilvânia, nos Estados Unidos, publicada neste domingo (25).
Um grupo de estudiosos descobriu que o petisco preferido dos cinéfilos contém mais polifenois -- substâncias químicas antioxidantes -- do que algumas frutas e legumes.
Os antioxidantes, bastante presentes em frutas e hortaliças, são responsáveis por diminuir a presença dos radicais livres no organismo, causadores do envelhecimento e de várias doenças como câncer e Alzheimer. Não por acaso, os alimentos que possuem essas substâncias são chamados de "funcionais".
saiba mais
Pipoca e macarrão também podem entrar na Dieta Mediterrânea
Estudo revela que pipoca de cinema é filme de terror para saúde
Joe Vinson, autor da pesquisa e pioneiro na análise de componentes saudáveis no chocolate, nozes e de outros alimentos comuns, explica que esses antioxidantes estão mais concentrados na pipoca pela sua pouca concentração de água, já que os polifenóis são diluídos no líquido.
"A pipoca tem apenas 4% de água em média, enquanto que os polifenois são diluídos nos 90% de água que compõe muitas frutas e verduras”.
A lógica é a mesma para frutas secas como a uva passa, por exemplo. Como a casca da uva também é fonte de polifenois, quanto menos água tiver, maior será a concentração da substância antioxidante.
'Santa casquinha'
É na casquinha da pipoca que estão os polifenois e as fibras. Justamente a parte que costuma ser descartada para evitar que se enrosquem entre os dentes, afirma Vinson.
"Essas cascas merecem mais respeito. Elas são as pepitas de ouro da nutrição.", brinca o pesquisador.
Ele explica que a pipoca é um alimento composto de 100% de grãos integrais, enquanto outros que recebem a mesma denominação muitas vezes têm grãos diluídos a outros ingredientes.
"Enquanto uma porção de pipoca irá fornecer mais do que 70% da ingestão diária de grão integral, na média geral, apenas metade das pessoas consome uma porção de grãos integrais por dia, e a pipoca poderia preencher essa lacuna de uma forma muito agradável”.
Tanto entusiasmo, no entanto, não exclui ressalvas por parte do pesquisador. Segundo ele, a pipoca só se torna um alimento saudável se for feita do jeito tradicional, em uma panela ou pipoqueira na qual os grãos explodem no ar, sem muito óleo e sal. As versões de microondas e as amanteigadas, como as vendidas nos cinemas, não são recomendadas.
“A pipoca feita na pipoqueira tem o menor número de calorias, é claro”, disse Vinson. Enquanto a de microondas tem o dobro de calorias e, se você a cozinhar com o óleo de cozinha, este também tem o dobro de calorias das que são feitas na pipoqueira”.
Cuidados com as calorias
A ressalva calórica parte também do endocrinologista João César Castro Soares, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
"Apesar de a pipoca ser rica em polifenois, ela tem mais calorias do que frutas e legumes”.
Por isso, o ideal é evitar exageros com a nova informação e se ater a, no máximo, duas xícaras de pipoca por dia, já que apesar de ser fonte de fibra, a pipoca também é um carboidrato, explica.
“Para manter o peso, um adulto tem que consumir, em média, 30 calorias por peso. Isto é, uma pessoa de 60 quilos tem que consumir, no máximo, 1.800 calorias por dia".
Uma xícara de pipoca de panela tem, em média, 70 calorias.
Para Cynthia Antonaccio, nutricionista da Equilibrium Consultoria em Saúde e Nutrição, a notícia é boa para os amantes da pipoca. Entretanto, é mais saudável levar em conta a dieta consumida diariamente do que um alimento específico. Ou seja, não adianta querer comer mais pipoca por causa dos polifenóis se relacioná-la a um cardápio ruim.
"Não tem como comparar a pipoca com os legumes e verduras que trazem muito mais benefícios como vitaminas, minerais, mais líquidos e outras substâncias antioxidantes como o betacaroteno e o licopeno, que ajudam a prevenir uma série de doenças como a câncer no aparelho reprodutivo. Essa combinação tem várias substâncias que agem em órgãos específicos do corpo.”

Texto extraído da internet
Ciência e Saúde



Cientistas do Canadá têm resultados promissores contra o Alzheimer

Texto reproduzido da internet:

Edição do dia 20/03/2012 - Jornal Nacional - 20/03/2012 21h27 - Atualizado em 20/03/2012 21h27
Cientistas do Canadá têm resultados promissores contra o Alzheimer
Na pesquisa experimental, médicos implantaram dois eletrodos na área do cérebro relacionada à memória e uma bateria, igual a um marca-passo. A cada segundo, a bateria envia mais de cem impulsos elétricos.

Cientistas do Canadá desenvolveram um método que apresentou resultados surpreendentes em pacientes com o mal de Alzheimer.
O diagnóstico abalou a família. "Que futuro nos aguarda?", disse a mulher de Robert, quando soube que ele tinha Alzheimer, uma doença degenerativa do cérebro.
O canadense decidiu participar de uma pesquisa experimental. Os médicos implantaram dois eletrodos na área do cérebro relacionada à memória e uma bateria, igual a um marca-passo. A cada segundo, a bateria envia mais de cem impulsos elétricos.
A técnica conhecida como estimulação cerebral profunda mudou a vida de Robert. Desde a cirurgia, há quatro anos, ele voltou a dirigir, a fazer ginástica e o mais importante: recuperou a memória.
“Se eu não me lembro de alguma coisa, eu paro e, em um, dois, três segundos, acabo me lembrando”, diz Robert.
O médico canadense mostra que a tomografia do cérebro apresentou mudanças positivas.
Seis pacientes com Alzheimer em estágio inicial participaram da pesquisa. Os resultados foram tão promissores que a agência que regulamenta remédios e alimentos nos Estados Unidos autorizou que outras 50 pessoas recebam o tratamento.